terça-feira, 13 de outubro de 2015

Livro de Oração Comum

"Lex Orandi Lex Credend" - Cremos conforme Oramos

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A Igreja Anglicana é uma igreja litúrgica e se expressa através do seu Livro de Oração Comum, que é o seu de Livro de Liturgia para adoração comunitária e individual. Mais de 70% de seu conteúdo é retirado da Bíblia.
As orações da igreja sempre foram oferecidas a Deus por um livro desde os tempos primitivos. A Igreja Anglicana não fez outra coisa senão seguir a antiga prática.

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O tradicional Livro de Oração Comum foi entregue para uso da igreja em 1549. O livro inglês não era um livro novo, mas o produto reformado de antigas liturgias usadas e desenvolvidas ao longo de um milênio. Desde o começo do século XI, prevaleceu na Inglaterra o Rito de Sarum, nome latino da cidade e Diocese de Salisbury, que forneceu a principal estrutura litúrgica do livro. O arcebispo Thomas Cranmer contou com a colaboração dos teólogos mais eruditos da Europa de seu tempo, como Martinho Lutero, Martinho Bucer, Felipe Melancthon, João Calvino, João Knox, João Hooper, Nicolas Ridley e Pedro Mártir Vermigli, para produzir o mais completo manual litúrgico que se conhece na história da Reforma.

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“Creio não haver no mundo, tanto nos idiomas antigos como nos modernos, uma liturgia impregnada de uma piedade mais sólida, bíblica e racional do que a do Livro de Oração Comum. E mesmo considerando que foi esta obra compilada há mais de duzentos anos, sua linguagem não só é pura, como também forte e elegante em essência”. Rev. John Wesley


O Livro de Oração Comum passou por várias revisões durante a sua história. 

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Quanto à liturgia oficial da Igreja Anglicana do Brasil, ficou decidido na Reunião Ordinária da Diretoria Executiva, juntamente com a Câmara Episcopal, ocorrida em Cruzeiro – SP, em 22 de abril de 2006, que poderá se utilizar todos os Livros de Oração Comum conhecidos, editados em língua portuguesa, até aquela data, ou liturgias inspiradas nos referidos manuais litúrgicos ou de outras fontes litúrgicas, que não firam as convicções teológicas da Igreja, aprovadas pelo Arcebispo Primaz.

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