domingo, 2 de agosto de 2015

Garotas são forçadas a se converter ao Islamismo

Garotas são forçadas a se converter ao Islamismo
Todo ano, ao menos 1,000 garotas paquistanesas são forçadas em casamentos muçulmanos e convertidas ao Islamismo, de acordo com o relatório “Casamentos Forçados e Privação de Herança” da Fundação Aurat, organização que luta em favor dos direitos das mulheres no Paquistão. O documento relata que entre 100 e 700 garotas cristãs, e por volta de 300 garotas hindus são casadas contra sua vontade e forçadas a se converter a religião Islâmica.
O relatório cita estatísticas do Movimento para a Solidariedade e Paz (MSP) no Paquistão, o qual afirma que adicionalmente, mais 1,791 conversões forçadas aconteceram entre os anos 2000 e 2012, e mais de 600 dentre este número foram de pessoas cristãs.
A diretora da Fundação Aurat, Mahnaz Rehman, explicou à agência de notícias Fides que casamentos e conversões forçados são comuns no Paquistão, mas amplamente ignorados pela polícia e autoridades civis.
Mulheres sofrem discriminação significante, particularmente em questões religiosas, Rehman conta. Aquelas que são forçadas a casar são geralmente ameaçadas e pressionadas por seus maridos e a famílias deles para declarar que foram convertidas voluntariamente, mesmo se o caso for levado à justiça.
Quando o MSP revelou as estatísticas no ano passado, suas investigações descobriram que casamentos forçados geralmente seguem um padrão similar: garotas, comumente entre as idades de 12 e 15 anos, são sequestradas, convertidas ao Islamismo, e então casadas com seu sequestrador ou associado. Se uma queixa for feita, “as garotas continuam em custódia dos sequestradores até a audiência e sofrem todo tipo de abuso e violência”, relata a Fundação Aurat, “Esses casos nunca são seriamente investigados, para que uma luz seja posta no fenômeno e no mecanismo desse tipo de crime”.
A Comissão dos Estados Unidos para Liberdade Internacional de Religião solicitou à Administração Obama que designasse o Paquistão como um “país de preocupação particular” (designação do governo americano para uma nação culpada particularmente de violar direitos de liberdade religiosa), e culpou o governo paquistanês por falhar em prover a proteção adequada para os grupos alvos no país.
“A conversão involutária de garotas e jovens mulheres cristãs e hindus ao Islamismo, e o casamento forçado continua sendo um problema sistêmico”, declara o relatório anual da Comissão. Milhares de cristãos e hindus são vítimas a cada ano dessa arbitrariedade islâmica, e especialmente em países que têm seus governos dominados pelo Islamismo isso se torna uma questão ainda mais difícil de ser resolvida.

Escrito por: Ana Louise
Revisão: Samuel Oliveira
Foto: huffingtonpost.com

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