domingo, 2 de agosto de 2015

“Bíblia Gay”: Deturpação da verdadeira Escritura

“Bíblia Gay”: Deturpação da verdadeira Escritura
Desde que a revista Veja se pronunciou quanto ao livro “Bíblia Comentada Graça Sobre Graça”, popularmente tratada como “bíblia gay”, muitos questionamentos surgiram quanto à Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) e essa estranha versão da Palavra de Deus voltada para o público gay.
A SBB negou envolvimento no projeto, mas o que se intitula como pastor homossexual Marvel Souza, da Comunidade Cidade de Refúgio, apresentou cópia de contrato com a SBB para publicação da bíblia gay.
Sobre o contrato com a Sociedade Bíblica, Marvel Souza disse que assinou o documento “em março do ano de 2014, após ter pleiteado por dois anos”, e que na “primeira proposta enviada à SBB já mostrava claramente que a Bíblia seria comentada por um pastor homossexual”. O fim do contrato, segundo Marvel, teria sido selado após a repercussão que a nota da revista Veja sobre o livro alcançou.
“Representantes da liderança evangélica começaram a pressionar os dirigentes da Sociedade Bíblica do Brasil a desfazer o contrato de cessão de direito de texto bíblico para a publicação da Bíblia Comentada Graça sobre Graça, algo que demandou uma série de reuniões na sede da Sociedade Bíblica do Brasil em Brasília”, afirmou Marvel.
A SBB se posicionou a respeito das afirmações feitas por Marvel Souza e emitiu uma nota de esclarecimento para a redação do site Gospel Prime. Ela desmente as informações da Veja, mas não esclarece que medidas estão sendo tomadas para evitar sua publicação.
“Em relação à nota A Bíblia de Todas as Cores, publicada na revista Veja Brasília, em abril último, a Sociedade Bíblica do Brasil esclarece que esta publicação não possui qualquer relação com a SBB, nem o tema faz parte de sua linha editorial”, declara Erní Walter Seibert, Secretário de Comunicação, Ação Social e Arrecadação da Sociedade Bíblica do Brasil, em sua nota publicada.
“Quando recebemos o pedido para cedência do texto para publicar esta Bíblia, o trâmite interno foi normal, como seguido para cada pedido de texto que recebemos. O título da Bíblia não esclarece que seu teor estaria ligado à teologia inclusiva. Quando soubemos que o referido título se referia ao tema que veio à público, imediatamente rompemos o contrato. Afirmamos que este tema não fez e não faz parte da linha editorial da SBB”, escreveu Seibert.
Seibert acrescentou ainda que o documento só foi assinado por Marvel Souza porque ele não teria informado que se tratava de uma abordagem simpática à homossexualidade.
Escrito por Ediva Costa, revisado por Samuel Oliveira e Mariana Gouveia

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