sábado, 21 de fevereiro de 2015

Oração do Pai Nosso

Oração do Pai Nosso

Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o Vosso nome.
Venha a nós o Vosso Reino.
Seja feita a Vossa vontade, assim na Terra como no Céu.
O pão nosso de cada dia nos dai hoje.
Perdoai as nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

CREDO APOSTÓLICO

CREDO APOSTÓLICO

Creio em Deus Pai, Todo-poderoso, Criador do Céu e da terra. Creio em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor, o qual foi concebido por obra do Espírito Santo; nasceu da virgem Maria; padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado; ressurgiu dos mortos ao terceiro dia; subiu ao Céu; está sentado à direita de Deus Pai Todo-poderoso, donde há de vir para julgar os vivos e os mortos. Creio no Espírito Santo; na Santa Igreja Católica; na comunhão dos santos; na remissão dos pecados; na ressurreição do corpo; na vida eterna. Amém. 

Católicos ou Evangélicos?

Amados irmãos e irmãs, a paz de Cristo. Desde que começamos o trabalho de implantação da Igreja Episcopal Carismática do Brasil, em Brasília, ouço, frequentemente, a pergunta: vocês são católicos? Geralmente, respondo: sim, somos católicos, pois o cristianismo, em sua essência, é católico, visto que a palavra, em si, tem significado, no cristianismo histórico, a "universalidade da igreja de Cristo", ou seja, uma igreja não restrita a guetos ou a interesses particulares de alguns grupos, mas uma igreja que se manifesta em todo o mundo, em vários grupos que professam a verdadeira fé em Cristo Jesus como único mediador de nossa salvação. Assim, o Credo Apostólico, já no século II d.C., afirmava: "Creio na santa igreja católica". Observe que nesta época o imperador romano Constantino nem havia nascido. Como a Igreja Romana manteve a identificação primitiva do cristianismo em seu nome, Igreja Católica Apostólica Romana, as pessoas acabaram confundindo as coisas. Então, neste sentido, de Católico Romano, não somos católicos, somos evangélicos em nossa afirmação de fé, de origem reformada. A Igreja Episcopal Carismática se define como uma igreja evangélica, carismática e sacramental-litúrgica. Caso você queira nos conhecer melhor recomendo a leitura do nosso site oficial:
http://www.iecb.tv/
Um forte e carinhoso abraço carismático da paz, Pr. Airton Williams

Fonte:http://episcopaldf.blogspot.com.br/  

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

O PODER DA ORAÇÃO (Dom Paulo Garcia, Arcebispo e Primaz no Brasil da Igreja Episcopal Carismática. )

O PODER DA ORAÇÃO (Dom Paulo Garcia, Arcebispo e Primaz no Brasil da Igreja Episcopal Carismática. )
Quantas vezes você já ouviu alguém dizer: "Tudo que posso fazer é orar".
Tudo o que posso fazer é orar?
Você pode dizer para uma pessoa faminta: "tudo que posso fazer é oferecer--lhe comida!", ou para alguém doente: "Tudo que posso fazer é dar-lhe um remédio que o curará!", ou para uma criança pobre: "Tudo que posso fazer é comprar o brinquedo que você quer no seu aniversário!". você fez tudo!
A oração abre as portas do céu e libera o poder de Deus. Tg 4:2 diz: "Nada tendes, porque não pedis". E Jesus diz: "E tudo o que pedires na oração, crendo o recebereis" (Mt 21:22).
Muitos de nós queremos fazer um trabalho para Deus, mas poucos queremos gastar horas em oração a Deus. Orar é contra nossa inclinação natural; é precisamente por isso que a oração conta tanto para Deus. Orar não é natural, na verdade é sobrenatural, e sempre capta a atenção de Deus.
Eu acho divertido algumas vezes quando as pessoas me dizem: "Deus respondeu minha oração". O que querem dizer é que Deus lhes deu o que estavam pedindo. Mas se Ele não tivesse atendido seu pedido, ele ainda assim teria respondido as suas orações. Esquecemo-nos de que "Não" ou "Espere" são também respostas, como o é o "Sim".
Os pais sempre procuram responder a cada pedido que seus filhos fazem. A resposta nem sempre é o que eles querem, mas certamente, é de acordo com o que os pais pensam seja o melhor para eles naquela ocasião. Deus age da mesma maneira para conosco com a exceção de que suas respostas sempre são certas e boas, enquanto que as nossas podem ser ou não.
Lembre-se, quer a oração mude ou não nossas situações, uma coisa é certa: a oração nos transforma!
Dom Paulo Garcia é o Arcebispo e Primaz no Brasil da Igreja Episcopal Carismática.

Por que a Igreja utiliza a cor roxa nesse tempo?

Por que a Igreja utiliza a cor roxa nesse tempo?
Chama-se Quaresma os 40 dias de jejum e penitência que precedem à festa da Páscoa. Essa preparação existe desde o tempo dos Apóstolos, que limitaram sua duração a 40 dias, em memória do jejum de Jesus Cristo no deserto.
Durante esse tempo a Igreja veste seus ministros com paramentos de cor roxa e suprime os cânticos de alegria: O “Glória”, o “Aleluia” e o “Te Deum”.
Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas, portanto hoje dia 18/02/15 e termina na quarta-feira da Semana Santa, os cristãos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o cristão deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Nesse tempo santo, a Igreja propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa.
Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo.
Por que a cor roxa?
A cor litúrgica deste tempo é o roxo que simboliza a penitência e a contrição. Usa-se no tempo da Quaresma e do Advento.
Nesta época do ano, os campos se enfeitam de flores roxas e róseas das quaresmeiras. Antigamente, era costume cobrir também de roxo as imagens nas igrejas. Na nossa cultura, o roxo lembra tristeza e dor. Isto porque na Quaresma celebramos a Paixão de Cristo: na Via-Sacra contemplamos Jesus a caminho do Calvário
Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.
O Jejum
A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função. Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa.
Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.
O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.
Qual é a relação entre Campanha da Fraternidade e a Quaresma?
A Campanha da Fraternidade é um instrumento para desenvolver o espírito quaresmal de conversão e renovação interior a partir da realização da ação comunitária, que para os católicos, é a verdadeira penitência que Deus quer em preparação da Páscoa. Ela ajuda na tarefa de colocar em prática a caridade e ajuda ao próximo. É um modo criativo de concretizar o exercício pastoral de conjunto, visando a transformação das injustiças sociais.
Desta forma, a Campanha da Fraternidade é maneira que a Igreja no Brasil celebra a quaresma em preparação à Páscoa. Ela dá ao tempo quaresmal uma dimensão histórica, humana, encarnada e principalmente comprometida com as questões específicas de nosso povo, como atividade essencial ligada à Páscoa do Senhor.
Quais são os rituais e tradições associados com este tempo?
As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da semana santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.
Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira Santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e portanto, o resgate dos pecadores.
Depois, vem a missa da Sexta-feira da paixão, também conhecida como Sexta-feira Santa, que celebra a morte do Senhor, às 15h00. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.
No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no Domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.
FONTE: CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

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